O medo e suas facetas





Vamos falar do medo?

Oi pessoal, sou a Renata Afonso. Te convido você a fazer essa leitura sobre o medo.

O que significa quando as pessoas falam que você tem que vencer os seus medos? Que você tem que ser mais forte que o seu medo. Será que isso é possível? Será, que existe essa batalha interna entre você e o seu medo? Um brigando com outro e como a gente sai dessa posição?

Você sabia, que o medo é uma emoção básica? A palavra emoção vem do latim emovere, o que é uma derivação do exemplo mover o que é mover para fora. Então as emoções são energias que existe dentro de nós. Que que precisam ser movimentadas EMOÇÃO= MOÇÃO que vem da ideia de movimento. Todas as emoções são capazes de ser sentida por nós. Porque elas foram passadas adiante através da genética, através do DNA.

A capacidade de sentir emoções é determinada geneticamente. Existe números de estudos sobre psicopatas que que não conseguem sentir determinadas emoções, Sentimentos mais complexos por exemplo: Empatia, elas não têm a capacidade de sentir, ter arrependimentos e muito menos culpa. O cérebro dessas pessoas, funciona de um jeito diferente.

Então elas são incapazes de experimentar essas emoções, sensações e sentimentos.

O que acontece com relação específico ao medo se o seu antepassado não sentisse medo?

Temos que lembrar nos dias de hoje, os medos que temos, os riscos que corremos são sociais e simbólico.

A verdade é que os medos são psicológicos, fomos transformados em seres simbólicos ao longo dos séculos, milênios.

Antigamente o medo que o nosso ancestral tinha do homem da caverna era experimentado quando deparava com uma anta gigante. O medo nosso hoje vem do será. Serei amado ou será que eu não vou ser capaz de casar e ter filhos?

Medos reais, que efetivamente coloca nossa vida em risco. Hoje em dia é experimentado de uma forma psicológica, de forma simbólica.

E como vencemos uma coisa que é determinada pela nossa genética? Como vencemos algo determinado pela bioquímica cerebral?

Na verdade não vencemos o medo, nos seguimos com eles.

Nós convidamos esse tal medo para andar junto conosco.

Estamos sempre entendendo que o medo é algo que nos prepara para entrar com algo desconhecido.

Na verdade tememos do que não conhecemos e principalmente aonde isso irá reverbera.

Qual será a saída desses processos? Não queremos que nada saia da nossa zona de conforto.

Temos que entender, que ter medo faz parte e está tudo bem. Mas não devemos ficar congelados, estagnados. Eu convido o meu medo para passear comigo pela vida.

Eu mostro para o meu medo que ele não precisa ser tão grande assim. Você pode estar pensando falar é fácil. Sim falar é fácil, Mas eu acredito que fazer isso seja difícil. Quando começamos agir nessa direção levamos realmente o medo para passear.

Começamos a entender que damos um passo e não estamos no mesmo lugar. Quando andamos em direção à alguma coisa, o ângulo que temos dessa coisa, já se modificou.

Conforme você caminha na direção de experimentar uma situação que te invoca o medo, quando você caminha em direção de algo você não enxerga, esse algo da mesma forma.

Exemplo: É como você caminhar em direção a um poste, muda o seu ângulo de visão.

Muitas vezes, o nosso medo é alimentado porque ficamos parados no mesmo lugar, projetando mentalmente todas as possibilidades de um monte de coisas acontecerem ao mesmo tempo. Sem testar se essas coisas efetivamente aconteceram.

Na verdade, quando testamos para muitos dessas situações estão acontecendo para a gente perceber a nossa capacidade de resposta, perceber que temos repertório, temos habilidade para responder de uma forma mais adaptada, bacana e benéfica. Não só para gente naquele exato momento, mas para os nossos sonhos. Quando deixamos nos dominar pelo medo, ficamos no aqui e agora, para sermos verdadeiros não é um…


Artigo escrito por Terapeuta Renata Afonso

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